Empresa aérea chinesa volta a voar com o Boeing 737 MAX após quase 4 anos

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Foto: N509FZ

Após uma sequência de dois acidentes, o Boeing 737 MAX ficou estacionado durante vários meses para análises e modificações no projeto. A China foi o primeiro país a proibir voos com o modelo em território nacional.

Sem voar pelas empresas aéreas do país desde março de 2019, o Boeing 737 MAX reestreou hoje (13) em voos domésticos na China. A primeira operação foi realizada pelo jato de matrícula B-1206 da China Southern Airlines, que efetuou o voo CZ3960 entre Guangzhou e Zhengzhou. Em seguida, outra aeronave do modelo, também da China Southern, decolou cumprindo o trecho de Guangzhou para Wuhan.

A aeronave da Boeing ganhou permissão para voltar a voar em dezembro de 2021 e a GOL Linhas Aéreas inclusive foi uma das primeiras empresas a reativá-la. No entanto, as autoridades chinesas junto às companhias aéreas locais preferiram postergar a retomada dos voos com o modelo.

Em outubro de 2022, a MIAT – Mongolian Airlines realizou a primeira operação com o Boeing 737 MAX em território chinês. Naquele mês, a China Southern havia programado alguns voos com o jato, mas acabou adiando novamente a reestreia da aeronave, que veio a acontecer somente agora em janeiro.

Atualmente, três empresas aéreas chinesas contam com o Boeing 737 MAX em suas frotas. A China Southern possui 24 unidades, seguida da Air China, que conta com 16, e por fim a China Eastern com 7. As duas últimas mencionadas ainda não revelaram quando irão retomar suas operações com o avião.

Fábio Passalacqua

Fábio Passalacqua

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